Sarau Perifatividade nas Favelas do Jardim São Savério

No dia 09 de julho, tivemos mais uma edição do Sarau Perifatividade nas favelas, e dessa vez depois de cinco anos voltamos a rua em que passamos uma história ruim com a detenção de dois de nossos membros por tirar fotos da ação policial que manda fechar as portas dos comércios e apavorando toda a comunidade que se reunia ali na rua de lazer e se preparavam para mais fluxo de funk.

Mas dessa vez, ano de 2017 foi diferente, sem repressão policial, mas com muita alegria e intervenções das crianças e a super apresentação com a grande voz de Shirley Casa Verde que cantou e encantou muito na rua de lazer: Menino do Engenho no Jardim São Savério.

Cinco anos depois, Perifatividade nas Favelas volta ao Boqueirão!

Dando continuidade a circulação do Perivatividade na região do Fundão do Ipiranga, aconteceu no domingo, Dia das Mães, o Perifatividade nas Favelas, dessa vez na no Boqueirão, zona sul de SP.

A parceria local com o Bar Chapa Quente permitiu que o Perifatividade realizasse a programação do dia que contou com a presença do rapper Tun Araújo, morador do Boqueirão e que começou seus primeiros versos e rimas em saraus do Perifatividade.

Tun estreou em em 2012, quando o Perifatividade homenageou o rapper Sabotage e sua família, também no Boqueirão. Aquela tinha sido a primeira edição do Perifatividade nas Favelas.

Esta edição também mulhernageou Dona Val, mãe do Tun, que vestia a camisa do Perifatividade e sempre que podia frequentava o sarau.

Em seguida, da zona leste de SP, veio a rapper, cantora, compositora e poetiza Bia Doxum, que apresentou um repertório que foi da poesia, rap e samba, reunindo filhas, mães e avós da favela do Boqueirão para prestigiá-la e serem também reverenciadas pela musíca e mensagem da cantora.

Durante a apresentação da Bia Doxum rosas-póeticas foram distribuidas para todas as mães e avós presentes que ficaram emocionadas com a mulhernagem preparada pelo Perifatividade.

Aproveitando a oportunidade, os rappers do Loucos d’la Mente encerraram esta edição do Perifatividade nas Favelas trazendo rap, beat box e improvisação pra sua apresentação.

O Perifatividade nas Favelas é feito sempre com apresentações gratuitas, ao ar livre, em espaços públicos e com parcerias locais.

Completou a apresentação as poesias do Coletivo Perifatividade, a trilha sonora do DJ Ruivo Lopes e a distribuição gratuita de dezenas de livros literários para @s morador@s do Boqueirão.

Enquanto isso, confira como foi o Perivatividade nas Favelas, edição Boqueirão, nas fotos e vídeos de Elaine Campos, JC e Diego Soares.

“Este projeto foi contemplado pela 1ª Edição do Programa de Fomento à Cultura da Periferia da Cidade de São Paulo.”

 

 

 

Perifatividade convida: #periferiascontraogolpe

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D’Grand’stilo

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O Coletivo Perifatividade, não ficando em cima do muro e tendo um lado, como sempre, nesta conjuntura política tensa e perigosa, em um movimento de diversosa coletivos periféricos de São Paulo, organiza o “Perifatividade convida#periferiascontraogolpe em nosso Quilombo, Parque Bristol.
A Rua José Pereira Cruz, conhecida como Rua 2, ficou cheia de lambes poéticos d@s integrantes do Coletivo, preparando e anunciando nosso Ato cultural para o domingo de Páscoa (27), assim como nosso perifamóvel circulou diversas ruas dos bairros do Fundão, com a vinheta feita especialmente para o dia!
Um dia antes, aproveitamos e ensaiamos no Ceu Pq Bristol, o que seria nosso repertório para domingo. E falando em Páscoa, distribuímos mais de 300 chocolates para nossas crianças do Bristol!!!
Veja só quem colou e somou forças neste Ato Cultural importantíssimo! Fazer atos no centro é importante, mas o trabalho de base nas quebradas é fundamental!
Entre falas e versos de poetas, poetisas, MC’s e líderes comunitários de nosso chão, muitas ideias pertinentes sobre a mídia golpista, luta de classes e, é claro, em um grito só, a periferia fala:
#Nãovaitergolpe

Contamos com a presença de: Dona Bernarda, Dito, Fátima, Graça, Tereza Lara, D’Grand’stilo (Fanti e Odilo) ,Allan da Rosa, Carol Protesto e muitos parceiros e parceiras que somaram,,,

Perifatividade convida #periferiascontraogolpe no Fundão do Ipiranga, neste domingo!

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O Brasil está passando por um momento muito perigoso. Pedidos de Impeachment, grampos telefônicos ilegais e uma mídia fazendo sensacionalismo com os fatos, nos escancara que estamos diante de um golpe. Porém o ato de 18/03 mostra que as ações não devem ocorrer somente na Av. Paulista, mas as periferias também se mobilizam contra este golpe e a favor da democracia. Nós periferic@s, somos @s que mais sofrerão caso ele aconteça.
Nenhum retrocesso aos nossos direitos conquistados por muita luta!
Por isso, CONVIDAMOS E CONVOCAMOS GRUPOS, ARTISTAS E COLETIVOS DA REGIÃO, para realizar conosco o Ato Cultural‪#‎periferiascontraogolpe‬.
Domingo, 27/03 as 16hs na Quadra da Favela da Paz
Rua José Pereira Cruz – Pq Bristol
“Se não formos nós, quem? Se não for agora, quando? “

Confirme sua presença aqui

As quebradas levantam a voz: #periferiascontraogolpe

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Manifesto #PeriferiasContraOGolpe
Manifesto #PeriferiasContraOGolpe – ATUALIZADO COM ASSINATURAS
Assine aqui http://goo.gl/forms/uRO7OhHkuf

“Periferias, vielas, cortiços… Você deve estar pensando o que você tem a ver com isso”

Nós, moradoras e moradoras das periferias, que nunca dormimos enquanto o gigante acordava, estamos aqui pra mandar um salve bem sonoro aos fascistas: somos contra mais um golpe que está em curso e que nos atinge diretamente!

Nós, que não defendemos e continuamos apontando as contradições do governo petista, que nos concedeu apenas migalhas enquanto se aliou com quem nos explora. Nós, que também nos negamos a caminhar lado a lado de quem representa a Casa Grande.

Nós, periféricas e periféricos, que estamos na luta não é de hoje. Nós, que somos descendentes de Dandara e Zumbi, sobreviventes do massacre de nossos antepassados negros e indígenas, filhas e filhos do Nordeste, das mãos que construíram as grandes metrópoles e criaram os filhos dos senhores.

Nós, que estamos à margem da margem dos direitos sociais: educação, moradia, cultura, saúde.

Nós, que integramos movimentos sociais antes mesmo do nascimento de qualquer partido político na luta pelo básico: luz instalada, água encanada, rua asfaltada e criança matriculada na escola.

Nós, que enchemos laje em mutirão pra garantir nosso teto e conquistar um pedaço de chão, sem acesso à terra tomada por latifundiários e especuladores, que impedem nosso direito à moradia e destroem o meio ambiente e recursos naturais com objetivo de lucro.

Nós, que sacolejamos por três, quatro horas por dia, espremidos no vagão, busão, lotação, enfrentando grandes distâncias entre nossas casas aos centros econômicos, aos centros de lazer, aos centros do mundo.

Nós, que resistimos a cada dia com a arte da gambiarra – criatividade e solidariedade. Nós, que fazemos teatro na represa, cinema na garagem e poesia no ponto de ônibus.

Nós, que adoecemos e padecemos nos prontos-socorros e hospitais sem maca, médico, nem remédio.

Nós, que fortalecemos nossa fé em dias melhores com os irmãos na missa, no culto, no terreiro, com ou sem deus no coração, coerentes na nossa caminhança.

Nós, domésticas, agora com carteira assinada. Nós, camelôs e marreteiros, que trabalhamos sol a sol para tirar nosso sustento. Nós, trabalhadoras e trabalhadores, que continuamos com os mais baixos salários e sentimos na pele a crise econômica, o desemprego e a inflação.

Nós, que entramos nas universidades nos últimos anos, com pé na porta, cabeça erguida, orgulho no peito e perspectivas no horizonte.

Nós, que ocupamos nossas escolas sem merenda nem estrutura para ensinar e aprender. Nós, professoras e professores, que acreditamos na educação pública e não nos calamos e falamos sim de gênero, sexualidade, história africana e história indígena – ainda que tentem nos impedir.

Nós, que somos apontados como problema da sociedade, presas e presos aos 18, 16, 12 anos, como querem os deputados.

Nós, cujos direitos continuam sendo violados pelo Estado, levamos tapa do bandeirante fardado, condenados sem ser julgados, encarcerados, esquecidos, quando não assassinados – e ainda dizem: “menos um bandido”.

Nós, mulheres pretas da mais barata carne do mercado, que sofremos a violência doméstica, trabalhista, obstétrica e judicial, e choramos por filhos e filhas tombados pelo agente do Estado.

Nós, gays, lésbicas, bissexuais, travestis, homens e mulheres trans, que enfrentamos a a violência e invisibilidade, e não aceitamos que nos coloquem de volta no armário.

Nós, que não aceitamos nossa história contada por uma mídia que não nos representa e lutamos pelo direito à comunicação. Nós, que estamos construindo, com nossa voz, as próprias narrativas: poesia falada, cantada, escrita.

Nós, que sempre estivemos nas ruas, nas redes, nas Câmaras, na cola dos politiqueiros de plantão e que agora somos taxados de terroristas por causa de nossas lutas. Nós, que aprendemos a fazer até leis para continuar lutando por nossos direitos. Nós, que garantimos a duras penas o mínimo de escuta em espaços de poder, não aceitamos dar nem um passo atrás.

Nós, que somos de várias periferias, nos manifestamos contra o golpe contra o atual governo federal promovido por políticos conservadores, empresários sem compromisso com o povo e uma mídia manipuladora.

Não compactuamos com quem vai às ruas de camisa amarela com um discurso de ódio, fascista, argumentando o justo “combate à corrupção” mas motivado por interesses privados. Não compactuamos com quem defende a quebra da legalidade para beneficiar a parcela abonada da população, em troca do enfraquecimento do Estado Democrático de Direito pelo qual nós dos movimentos sociais periféricos lutamos ontem, hoje e continuaremos lutando amanhã.

Nós, que sabemos que a democracia real será efetiva apenas com a ampliação de direitos e conquistas de nosso povo preto, periférico e pobre, a partir da esquerda e de baixo pra cima.

Nós, que conquistamos só uma parte do que sonhamos e temos direito, não admitimos retrocesso. Reivindicar o respeito à soberania das urnas e a manutenção do Estado Democrático de Direito. Reivindicamos as ruas enquanto espaço de diálogo, debate e fazer político, mas nunca como território do ódio. Reivindicamos nossa liberdade de expressão, seja ela ideológica, política ou religiosa. Reivindicamos a desmilitarização das polícias, da política e da vida social. Reivindicamos o avanço das políticas públicas, dos direitos civis e sociais.

Não vai ter golpe. Não vai ter luto. Haverá luta!

Assinam este manifesto os grupos, coletivos, organizações e movimentos da sociedade civil, além de cidadãos em geral que subscreveram individualmente:

Abayomi Ateliê
Ação Educativa
Agência Mural de Jornalismo das Periferias
Agencia Popular Solano Trindade Banco Comunitario Uniao Sampaio Observatorio Popular de Direitos
Agenda Preta
Aláfia
Algodão de Fogo
Ninguém Lê
Sessão de Fatos
Aliança Negra Posse
Anomia Coletivo
Associação cultural História em Construção
Associação Cultural Literatura no Brasil
Associação de Arte e Cultura Periferia Invisível
Associação de povos e comunidades Tradicionais de matrizes africanas e Afro brasileira Katina da Silva
Associação dos Moradores do Caranguejo –
Associação Franciscana DDFP
Audácia – Q.I. Alforria
Baobá Arte e Educação
Bloco do Beco
Blog Combate Racismo Ambiental
Blog Inspiração Sustentável
Blog NegroBelchior
Bocada Forte
Brechoteca Biblioteca Popular
Casa do Menor Trabalhador-RJ
Casa Popular de Cultura de M’Boi Mirim
Cia Humbalada de Teatro
Cia Janela do Coletivo
CicloZN
CineBecos
Claudias,Eu?Negra!
Comitê Juventude e Resistência Z/S – SP
Coletivo Brincantes Urbanos
Coletivo Candeia
Coletivo Cultural Marginaliaria
Coletivo Cultural Pic Favela
Coletivo Cultural Sankofa
Coletivo de fotógrafos Lente Quente/Jornalismo UEPG
Coletivo de Negras e Negros EACH
Coletivo Eletro Tintas
Coletivo em Silêncio, Reage Artista
Coletivo Encontro de Utopias
Coletivo FABCINE
Coletivo Juventude Ativa
Coletivo literario Sarau Elo da Corrente
Coletivo Mjiba
Coletivo Muros que Gritam…
Coletivo Perifatividade
Coletivo Pretas Peri
Coletivo R.U.A.
Coletivo Tenda Literária
Coletivo Verde América
Coletivo Voz da Leste
ColetivoFilhas da Luta
Comitê Juventude e Resistência Z/S – SP
Comitê Popular de Santos pela Verdade, Memória e Justiça
Companhia Teatral Sama Elyon
Comunidade Cidadã
Correspondência Poética
DCE Novo Mané – Diretório Central dos Estudante da UTFPR – Campus Londrina
EITA AÇÃO CULTURAL
Expansão CT
Favela, uma foto por dia
FECEB RN
Fome Noise
Fórum Municipal de Trabalhadores do SUAS – Belo Horizonte
Grupo Clarianas
Grupo Clariô de Teatro
Grupo de Coco Semente Crioula
Grupo Pés Esquerdos de Teatro Feminista
Grupo Tortura Nunca Mais de São Paulo
Guardiões Griô
Imargem
Jornal Vozes da Vila Prudente
jornalistas livres
Juventude Politizada Parelheiros
Kilombagem
labExperimental.org
Levante Popular da Juventude
MAP (Movimento Aliança da Praça)
MASSAPEARTS
Movimento Cultural Ermelino Matarazzo
Movimento Cultural Grajau
Movimento Hip-Hop Organizado (MH2O)
Movimento Independente Mães de Maio
MQG
Núcleo de Direitos Humanos da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo
Núcleo de ensino, pesquisa e extensão Conexões de Saberes na UFMG
Núcleo Mulheres Negras
Nuraaj – núcleo de referência em atenção à adolescência e à juventude – Instituto Sedes Sapientiae
Observatório da Juventude – Zona Norte
Parceiros em Luta
Periferia em Movimento
Piratas Urbanos
Praçarau
Projeto Tipo Ubuntu
Quilombacão
Quilombação
Raiz criola
Rede Liberdade
Rede Pipa
Rede Popular de Cultura Mboi Campo Limpo
Rodas de leitura
Samantha
SAMBAQUI
São Mateus em Movimento
Sarau do Grajaú
Sarau do Pira
Sarau O que dizem os Umbigos?!
Sarau Preto
Sarauzim Mesquiteiros
Shabazz Empire
TRÓPIS iniciativas socioculturais
Uneafro Brasil

Como faço para assinar o Manifesto?

Nome de quem assina o manifesto individualmente (Militante, artista ou cidadão em geral)
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Nome do grupo, coletivo, movimento, organização que assina o manifesto coletivamente
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Coletivo Perifatividade completa 5 anos de luta!

Flyer FESTA 5 ANOS

30 DE AGOSTO – 5 ANOS DE PERIFATIVIDADE!
O @Coletivo Coletivo Perifatividade faz 5 anos de lutas, conquistas, dificuldades e vitórias domingo, dia 30/08 às 14hs!
O Jardim Jardim Sao Saverio – City vai ferver ao som de Bruno Andrade Campos(Rinha de Galo), Vinão Alobrasil, Congada de Vovó Benedita e São Benedito,@Yzalú Oficiall, POTENCIAL 3,@DJ Ivonverine Deeday, Ba-Boom e diretamente da ZL Consciência Humana Oficiall!
Guarde a data e o endereço : Rua Memorial de Aires, 480, quadra do Mutirao de Moradia do Jd São Saverio, ponto final do ônibus 4709 – Metrô Vila mariana / Jd São Saverio!

Mapa Mem de Aires (1)
“Se não formos nós, quem? Se não for agora, quando?‪#‎ch‬ ‪#‎drrposse‬
‪#‎consciênciahumana‬ ‪#‎zs‬ ‪#‎zl‬ ‪#‎rapnacional‬ ‪#‎rap‬
Apoio: Okmestre Entretenimento Hip-Hop e RevolucaoRap Heliopolisfm!

A nossa perifativa Ana Fonseca deu uma entrevista no programa “Seu Jornal ” da Rede TVT falando do nosso aniversário de 5 anos de luta e falando um pouco sobre nossa atuação e parceiros! Confira aí!
Obrigado Rede TVT pelo espaço!

Sarau Perifatividade de Junho – Mutirão Fundão do Ipiranga

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Neste mês, voltamos pro nosso Quilombo, nosso espaço Cirquinho, no Jd. São Savério. Um espaço que batalhamos muito para limpar, colocar um ponto de luz e um cadeado, e após a pausa para a possível reforma, encontra-se praticamente no mesmo estado que o encontramos quando ocupamos pela primeira vez. A tal reforma foi abandonada, o espaço está deteriorado, praticamente gritando por socorro! É hora de agirmos de uma forma mais efetiva, para resgatar um local que é de toda a comunidade, e ela merece e precisa de um local com condições dignas de se realizar encontros, reuniões, shows, saraus, a volta da creche, do espaço de convivência e a reforma da praça e da quadra! Pront@s pra luta, não vamos desistir deste lugar!
Neste domingo, esteve com a gente a amiga, poetisa, atriz e cantora Débora Garcia, com o lançamento de “Coroações”. Importantíssima a presença de Débora, é da nossa família, não poderia deixar de lançar aqui! Na música, os parças doD’grand’stilo mandaram aquele show que a gente adora: todo mundo cantando todas as músicas, principalmente “Fusão” e o hit “Moiô no Vermelho”. Sem palavras pra esses manos, que tantas vezes importantes estiveram com a gente, são nossos amigos e parte de nossa família, como Débora. Tão bom estar entre amig@s! E pra fechar, a grande presença de nossa madrinha Dona Tereza Lara, honra sempre tê-la conosco!
Confiram fotos de Joao Claudio, Paulo Rams e Diego Soares

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Sarau Perifatividade de volta ao nosso Quilombo neste domingo, 28/06!

 

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E os corres não param!

Domingão 28/06 rola mais uma edição do Sarau Perifatividade, de volta ao nosso quilombo Cirquinho, no Jd. São Savério!
E pra chegar junto nessa volta, só família: os parças do D’grand’stilo lançando o CD ‪#‎NusBang‬ e a querida Débora Garcia lançando “Coroações”, Aurora de poemas!
Nosso Sarau começa as 14hs no Mutirão: R. Memorial de Aires, 480 – Jd. São Savério (ponto final do ônibus 4709 – Metrô Vila Mariana / Jd. São Saverio)
“É o Sarau do Perifa em atividade, seja bem vind@ e fique muito à vontade”

Sarau Perifatividade de Maio: Parque Bristol

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Desde janeiro de 2013, tomamos a decisão de entrar de vez no Fundão do Ipiranga, nos direcionando aos bairros que já estávamos em outras ações, mas agora com dedicação total, em especial no espaço do Mutirão de Moradia do Jd. São Savério, conhecido como Cirquinho. Com o espaço em reforma, estamos migrando para outros locais. Desta vez, chegamos no Parque Bristol novamente, na R. José Pereira Cruz. Um Sarau literalmente de família e de garagem, onde o perifativo Terno Maciel e sua família cederão o espaço para que pudéssemos realizar o lançamento da RevistaColetivo Súbito e o pocket show do Fino Du Rap, além da presença interestadual da amiga Tati Luanda Davis (MPL-RJ). Mesmo a chuva não atrapalhou a noite quente de poesias, músicas e calor humano!
Pode chegar que em junho, tem mais um Sarau Perifatividade
Fotos por Diego Soares, e Joao Claudio Moura Sinto

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Sarau Perifatividade de abril – Famílias do Rap

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Neste domingo, 26/04, aconteceu mais um Sarau Perifatividade no nosso lugar, Jd. São Savério, Fundão do Ipiranga.
Marcado para acontecer no bar do Contê & Kátia, por razões do local, infelizmente não foi possível realizar lá. O Sarau então rolou na E.E. Álvaro de Souza Lima, a mesma parceira do projeto “Perifatividade nas Escolas”, e que estampa a segunda edição de nosso segundo livro nas instituições escolares.
Antes do Sarau começar, passamos em nosso espaço de atuação, o Mutirão de moradia (Cirquinho) para acompanhar o andamento das obras, e tal foi nossa surpresa de ver o espaço abandonado, ainda com muito do que era antes da reforma, e com alguns materiais da construção jogados. Iremos cobrar o andamento destas obras, com certeza, porque o espaço é pra nossa quebrada, e ela merece um centro cultural!
Ficamos felizes com a chegada de Analu Nogueira e o pessoal da Congada Vovó Benedita, que trouxe uma cesta básica com 15 kg de alimentos fundamentais para que fizéssemos uma doação. destinamos a cesta para os guerreiros e guerreiras do Projeto Crack Zero!
Nosso Sarau foi lindo, só gente nossa, de nossa quebrada, chegou e poetizou, cantou e colou, mesmo mudando repentinamente de local.
Família Gesin sem palavras, o show incrível, e sintonia total das ideias!
Mês que vem estamos aqui no Savério, todo último domingo do mês, em mais umSarau Perifatividade!

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