Espaço Perifatividade tem 08 cursos gratuitos, só participar!

O Espaço Perifatividade Círculo de Cultura está oferecendo diversos cursos, totalmente #gratuitos e TODOS ainda com inscrições abertas!! O que você está esperando para participar?
– Inglês (para adolescentes e adultos, consulte dias e horários)
– Espanhol (para adolescentes e adultos, consulte dias e horários)
– Graffiti
– Dança do Ventre 
– Audiovisual com Ênfase em Jornalismo Comunitário
– Direitos humanos com ênfase em Educação e cultura popular e, ainda sendo desenvolvidos os flyers, teremos:
– Defesa Pessoal
– MC aprendendo Direito
Não deixe de visitar nosso espaço: tem café, livraria, biblioteca comunitária, além das crianças e animais serem bem vind@s e amad@s!
Encosta no Espaço Perifatividade Círculo de Cultura: Rua Dr. Benedito Tolosa, 729 – Pq. Bristol 

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Sarau Perifatividade de Dezembro + Amigo Secreto Perifativo!

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O último Sarau #Perifatividade do ano foi em clima de família. Como haviamos anunciado, nada melhor que terminar na melhor companhia d@s Noss@s do Fundão do Ipiranga.
Nesta última ação, vieram dois perifativos para lá de especiais: Amaru e Xondaro nossos mascotes #perifadogs que esbanjaram fofura por todo canto!! Mas também não deixamos de pautar a luta: o ECA e seus desdobramentos em vários âmbitos profissionais, com os manos do Lado Obscuro, Fuá do Mandamentos, e seu Chico Bezerra, lendário militante que sempre soma e muito quando cola!
Claro que os manos mandaram um som muito loko, além de Pânico BrutalVinão alobrasil e um set FODA do nosso mais novo DJ,o perifativo Ruivo Lopes, fazendo a transição do Sarau para nosso amigo secreto.
O Coletivo participou em peso (inclusive com os perifadogs), além de nossas mais que parceiras Glau Dantas, Fernanda Mithie, Débora Garcia e Helen Clavel. Acompanhe aqui o que cada um@ ganhou nesse amigo secreto, e depois – MERECIDAS FÉRIAS!!
Em fevereiro, voltamos com força total, muita luta porque será um ano difícil, mas será de muitas conquistas!!
“Se não formos nós, quem? Se não for agora, quando?

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Meu amigo, Paulo Freire!

​Em comemoração aos 95 anos de nosso grande mestre Paulo Freire, dedicamos este lindo texto de Ruivo Lopes à todxs que lutam e acreditam em uma educação genuinamente libertadora! Resistiremos sempre e jamais deixemos de lutar!
MEU AMIGO, PAULO FREIRE!
Espero que esta carta o encontre bem!
Na última vez em que eu o ouvi, fiquei muito comovido quando o senhor disse que estava muito cansado, embora estivesse muito feliz em estar vivo e morreria feliz em ver um Brasil em seu tempo histórico cheio de marchas, mas as “marchas dos que não tem escola, marcha dos reprovados, marcha dos que querem amar e não podem, marcha dos que se recusam a uma obediência servil, marcha dos que se rebelam, marchas dos que querem ser e estão proibidos de ser…”, como o senhor disse, “as marchas são andarilhagens históricas pelo mundo”.  Já se passaram alguns anos desde aquela última vez, de lá pra cá, demos alguns passos e, devagarzinho, o mundo vem saindo do lugar. 
O senhor, como sempre, pondo-me a pensar. Como um homem que conheceu tão bem a nossa gente, que conviveu tanto com a nossa gente, que conversou tanto com a nossa gente, que pensou tanto com a nossa gente, que se dedicou a vida inteira a nossa gente, pudesse estar cansado… cansado e feliz? Afinal, é a tua gente o motivo da tua felicidade, amigo Paulo! 
É por isso que os donos do poder atentam contra a tua gente, como se fossemos uns “desabusados… destruidores da ordem”, quando na verdade afirmamos que “é preciso mesmo brigar para que se obtenha o mínimo de transformação”. O teu desejo, o teu sonho, era o de que as marchas dos “sem” acontecessem para nos afirmarmos como gente e como sociedade querendo democratizar-se.
O senhor que nos agraciou com a mais potente “Pedagogia do Oprimido”, elevou a “Educação como prática da liberdade”, e estimulou a “Ação cultural para a liberdade”, fez da “Pedagogia da autonomia” um norte, no qual “a leitura de mundo precede a leitura da palavra”, sem abrir mão da “Importância do ato de ler”, nutrindo-nos de “Pedagogia da esperança”.  Nem a perseguição, nem a prisão, nem a censura, nem o exílio o cansaram, por que então estaria cansado, quando mais precisamos da vitalidade do senhor?
Meu amigo, Paulo. Preciso contar-lhe algo surpreendente, o surgimento de um movimento novo protagonizado por jovens cheios de vitalidade e alegria em defesa da educação pública. Veja o senhor. Apesar da dilapidação da educação e do descaso com a escola pública promovidas pelas aves de rapina do neoliberalismo, estes estudantes disseram: basta! Não só disseram como também tomaram o destino da escola pelas próprias mãos. Estes estudantes secundaristas de escolas públicas de São Paulo mobilizaram-se e ocuparam as escolas estaduais contra a intransigência política e o autoritarismo mais atroz dos mandatários de plantão da Secretaria de Estado da Educação do Governo de São Paulo. Estes mandatários queriam a todo custo promover uma desorganização do sistema misto do ensino fundamental e médio na mesma unidade escolar. Além de separar os estudantes, irmãos e irmãs, amigos e amigas, em anos diferentes, estes mandatários anunciaram o fechamento de escolas e iriam aumentar ainda mais a quantidade de estudantes por sala de aula, prejudicando ainda mais o processo de aprendizagem da turma de educandos, como também de educadores que ficariam, como já acontece, pressionados entre carteiras e lousas nas salas de aula superlotadas. 
Amigo, Paulo. O senhor, depois de andarilhar com os oprimidos pela America-Latina, Europa e África, foi Secretario de Educação da cidade de São Paulo, dialogando com todo mundo disposto a falar e também a ouvir. Ninguém mais do que o senhor sabe o valor da fala do oprimido que ao falar denuncia sua opressão e ao fazê-lo conscientiza-se “da tomada de decisão de intervenção no mundo”. O senhor que como Secretário Municipal de Educação acabou com as “delegacias de ensino”, porque delegacias são de polícia e não de ensino, e criou os Núcleos de Ação Educativa, unindo prática e reflexão pedagógica com e entre educadores e educandos. O senhor ficaria feliz se pudesse estar aqui para conferir a vitalidade, a disposição, a coragem e o sorriso que só a meninice consegue nos agraciar. Esses meninos e meninas que ainda estão se fazendo gente passaram noites em salas e pátios de escolas ocupadas, organizaram-se para a limpeza, para alimentarem-se, para promover a própria segurança, realizaram assembléias, discutiram os feitos do dia e planejaram o dia seguinte, e assim “contrariam as estatísticas”, tomando para si a possibilidade de decidirem sobre o próprio futuro. 
O senhor nunca deixou que esquecêssemos que não há possibilidade de educação apartada da cultura e que não há cultura apartada da educação. Sabemos que a truculência e a ideologia da ditadura militar nunca permitiram que a escola fosse um centro cultural de aprendizagem mútua e que anos mais tarde, a truculência política impediu que nossa amiga Marilena Chauí, então Secretária Municipal de Cultura, ao teu lado, fizesse das casas de cultura da Cidade de São Paulo, espaços educativos de modo que escolas e casas de cultura complementar-se-iam tal qual Cultura e Educação devem complementar-se, emaranhar-se, de modo que o sujeito da cultura e da educação seja os educandos. 
Em uma escola ocupada e gerida pelos estudantes, prestigiei uma apresentação de teatro cujo mote era a rebelião dos trabalhadores cansados da opressão dos patrões. Vi amigos dos estudantes promovendo oficinas de estêncil, comunicação alternativa, cartazes, capoeira, música, sarau de poesia e etc. Vi pais e mães ao lado dos filhos e filhas, juntos, e não era nenhuma reunião de pais e mestres, ou seja, não havia obrigatoriedade, e sim a participação compromissada tão desejada da comunidade na vida escolar. Vi professores e professoras dialogando em profunda comunhão, chamando os estudantes pelo primeiro nome e sendo chamados pelo primeiro nome, aprendendo juntos a conviver fraternamente como sempre desejamos. Vi pessoas doando livros, mantimentos, produtos de limpeza e etc., como demonstração de apoio aos estudantes. Vi pessoas dispostas a dialogar com os estudantes sobre consenso, organização, feminismo, negritude, direitos lgbt, direitos humanos, educação popular e etc. Vi pessoas disposta a ajudar de qualquer forma, a ouvir o que os estudantes tinham a dizer e simplesmente estar ali, solidarizando-se. E numa das escolas ocupadas, vi no pátio, bem ao fundo e no alto, o teu retrato mais bonito, como se estivesse olhando a e por todos nós, testemunhando o movimento da história e feliz por estar presente. Posso imaginar o senhor sentado ali, junto com os estudantes, muito a vontade entre a tua gente, trocando histórias com eles como se estivesse ao pé de uma mangueira. 
A cegueira e a surdez política dos mandatários burocratizados do Estado enchem os brutos de orgulho muito mais do que bom senso. É espantoso como um aparato tão poderoso da educação pode ser manipulado por mandatários inescrupulosos e belicosos que, sem nenhuma vergonha, declaram “guerra” ao bem mais preciso da educação que é os estudantes, sujeitos da educação, sem os quais a Secretaria de Estado da Educação não passa de uma ostra moribunda, ensimesmada, destinada a prisão ao próprio casco. O Estado declarou “guerra” aos estudantes por estes recolocarem na ordem do dia a educação pública. Na ausência de dialogo, o Estado respondeu declarando a mais bestial “guerra” suja!
Amigo, Paulo. Os estudantes tomaram as ruas da Cidade para buscar dialogo com cidadão e cidadãs ainda penetráveis pela sensibilidade necessária que nos irmana a todos. As polícias agiram como os mais ferozes, sedentos e bestializados cães raivosos a serviço dos poderosos. Contra a imposição da desorganização escolar, os estudantes respondem com a afirmação de que “não tem arrego”!
Como o senhor bem disse, “é preciso ir além da passividade com uma postura rebelde e criticamente transformadora do mundo”. Estes estudantes ainda pouco o conhecem, mas o senhor ficaria feliz em conhecê-los.
Estes estudantes escreveram aquilo que pode vir a ser os novos rumos da educação pública. Nem eles, nem a sala de aula, nem as escolas que foram ocupadas serão as mesmas. Como o senhor, eu também estou feliz por testemunhar a vitalidade da história, que não está determinada, mas que ainda está por se fazer. 
Mando notícias em breve!
Abraço do amigo de sempre,
Ruivo Lopes
P.S. 1: permita-me pelo profundo respeito e admiração o chame nesta carta carinhosamente de “senhor”.

Acompanhe a programação especial de aniversário do grande mestre aqui

Perifatividade na V Feira Anarquista de SP

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Neste domingo, 09/11, data do aniversário do perifativo Paulo Rams, o Coletivo Perifatividade se uniu em peso e esteve presente na V Feira Anarquista de São Paulo.
Como não poderia deixar de ser, nos sentimos em casa! Apresentando o Sarau nos intervalos dos filmes, a galera chegou e curtiu em peso as músicas e poesias que tem a militância e a luta por justiça e igualdade como combustível! Sentimos a identificação e a vibração da galera presente em cada sorriso, grito, aplauso e nos nossos zines, que foram e serão sempre gratuitos, praticamente sumindo de nossa banca!
Desde já agradecemos de coração @s organizador@s da Feira, e com um aviso: em 2015, queremos estar juntão novamente com vocês!!!
Confiram as fotos por Joao Claudio Moura Sinto (Monstro)

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Perifatividade na Virada Cultural 2014!

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Coletivo Perifatividade, pelo terceiro ano consecutivo participa da Virada Cultural – Oficial! Para nós, é sempre um prazer e um orgulho estar levando o Fundão Do Ipiranga, que muita gente não conhece, para um palco do centro da Cidade. Ipiranga é muito mais que o Museu: tem uma periferia gigante, de gente e de histórias de luta, perseverança, que nos orgulha!
Estamos no Jd. Clímax, Parque Bristol, Jd. São Savério, Vila Brasilina, Vila Moraes, Jd. Maristela, Vila Liviero, Boqueirão, Heliópolis e vários outros bairros que compõe esse Fundão tão batalhador, e que transborda cultura!
Não conseguimos levar ao palco tod@s @s parceir@s, mas os levamos sempre no peito! Este ano, o Perifatividade fez uma ponte com Suzano, e com muita honra, convidamos o Sarau Literatura Nossa, parceiraç@s que não estiveram com seu palco neste ano, mas fazemos questão que estivessem conosco.
Na música, fomos #Perifatividade total, com grupos que estão conosco em todas as ações, seja por terem membros do Coletivo, ou estarem mensalmente conosco no Sarau Perifatividade no Mutirão, como a Banda Rinha de Galo.
Confiram as fotos de Rafael Tinel e Patricia Candido!
“É o Sarau do Perifa em atividade, seja bem vind@ e fique muito à vontade!”. Confira essas e mais fotos no Facebook

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Hoje tem mais uma edição do Sarau Moinho Vive!!

Por Ruivo Lopes

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O Movimento Organizado Moinho Vivo convida a geral pro segundo Sarau Moinho Vive! marcado pra sexta-feira (11), às 19h, e também pra 1ª Mostra de Teatro Moinho Vivo, esta pra domingo (13), às 14h, tudo na própria comunidade. O Sarau e a Mostra fazem parte da Jornada de Luta/Quarto Grande Ato em Prol da Favela do Moinho por água, esgoto, energia elétrica, hidrantes e a permanência da comunidade no local. Uma noite e um dia inteiro dedicados a declamação de poesia, teatro, arte livre, a troca de ideia e o fortalecimento entre as comunidades. Movimentos e coletivos culturais, sociais e populares já confirmaram presença. A Palavra é Poder para o Povo, participe!

Primeiro Sarau Moinho Vive! acontece amanhã, dia 04/10!

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por Ruivo Lopes
O Movimento Organizado Moinho Vivo convida a geral pro primeiro Sarau Moinho Vive! marcado pra sexta-feira (4), às 19h, na própria comunidade. O Sarau faz parte da Jornada de Luta por água, esgoto, coleta de lixo, energia elétrica, hidrantes e a permanência da comunidade no local. Vai ser uma noite dedicada a declamação de poesia direta, a arte livre, a troca e o fortalecimento entre as comunidades. Saraus, movimentos e coletivos culturais, sociais e populares já confirmaram presença. A Palavra é Poder para o Povo, participe!

Sarau Moinho Vive!

04/10, às 19hs, no campinho da R. Elias Chaves, sob o Viaduto Orlando Murgel e Av. Rio Branco.