Espaço Perifatividade tem 08 cursos gratuitos, só participar!

O Espaço Perifatividade Círculo de Cultura está oferecendo diversos cursos, totalmente #gratuitos e TODOS ainda com inscrições abertas!! O que você está esperando para participar?
– Inglês (para adolescentes e adultos, consulte dias e horários)
– Espanhol (para adolescentes e adultos, consulte dias e horários)
– Graffiti
– Dança do Ventre 
– Audiovisual com Ênfase em Jornalismo Comunitário
– Direitos humanos com ênfase em Educação e cultura popular e, ainda sendo desenvolvidos os flyers, teremos:
– Defesa Pessoal
– MC aprendendo Direito
Não deixe de visitar nosso espaço: tem café, livraria, biblioteca comunitária, além das crianças e animais serem bem vind@s e amad@s!
Encosta no Espaço Perifatividade Círculo de Cultura: Rua Dr. Benedito Tolosa, 729 – Pq. Bristol 

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Cineclube Perifatividade – Os Irredentos

Dia 22 de junho, recebemos em nosso Espaço Perifatividade Círculo de Cultura o EJA (Educação de Jovens e Adultos), mais uma galera muito legal da nossa tão querida EMEF Olavo Fontoura para a exibição do documentário “Os Irredentos”, do Levante Popular da Juventude.

Foi uma noite mágica: além da presença dessa galera linda, também recebemos a professora Marisa Sensato, coordenadora da Universidade do CEU Parque Bristol (UniCEU), divulgando os cursos da Universidade gratuita, um foco de resistência nesses tempos de gestões golpistas por todos os lados. Após isso, assistimos este importante documentário, que relata a luta de guerreiras e guerreiros na época da ditadura militar, fato histórico que era tão distante de nós, e que se torna cada vez mais próximo de um retorno.

Também rolou bate-papo e uma aula informal com o nosso convidado do Cine, nada mais, nada menos que Adriano Diogo, que foi militante da Aliança Libertadora Nacional (ALN), ex-preso político, ex-deputado estadual, professor e eterno militante de uma sociedade mais humana, justa e igualitária, além de chá para aquecer os corações em noites frias, pipoca e muito chamego nos perifadogs Amaru e Xondaro

Foi uma noite memorável que nem nós, nem Diogo e nem todxs xs participantes esquecerão!!

Confiram as fotos por Ana Fonseca

Meu amigo, Paulo Freire!

​Em comemoração aos 95 anos de nosso grande mestre Paulo Freire, dedicamos este lindo texto de Ruivo Lopes à todxs que lutam e acreditam em uma educação genuinamente libertadora! Resistiremos sempre e jamais deixemos de lutar!
MEU AMIGO, PAULO FREIRE!
Espero que esta carta o encontre bem!
Na última vez em que eu o ouvi, fiquei muito comovido quando o senhor disse que estava muito cansado, embora estivesse muito feliz em estar vivo e morreria feliz em ver um Brasil em seu tempo histórico cheio de marchas, mas as “marchas dos que não tem escola, marcha dos reprovados, marcha dos que querem amar e não podem, marcha dos que se recusam a uma obediência servil, marcha dos que se rebelam, marchas dos que querem ser e estão proibidos de ser…”, como o senhor disse, “as marchas são andarilhagens históricas pelo mundo”.  Já se passaram alguns anos desde aquela última vez, de lá pra cá, demos alguns passos e, devagarzinho, o mundo vem saindo do lugar. 
O senhor, como sempre, pondo-me a pensar. Como um homem que conheceu tão bem a nossa gente, que conviveu tanto com a nossa gente, que conversou tanto com a nossa gente, que pensou tanto com a nossa gente, que se dedicou a vida inteira a nossa gente, pudesse estar cansado… cansado e feliz? Afinal, é a tua gente o motivo da tua felicidade, amigo Paulo! 
É por isso que os donos do poder atentam contra a tua gente, como se fossemos uns “desabusados… destruidores da ordem”, quando na verdade afirmamos que “é preciso mesmo brigar para que se obtenha o mínimo de transformação”. O teu desejo, o teu sonho, era o de que as marchas dos “sem” acontecessem para nos afirmarmos como gente e como sociedade querendo democratizar-se.
O senhor que nos agraciou com a mais potente “Pedagogia do Oprimido”, elevou a “Educação como prática da liberdade”, e estimulou a “Ação cultural para a liberdade”, fez da “Pedagogia da autonomia” um norte, no qual “a leitura de mundo precede a leitura da palavra”, sem abrir mão da “Importância do ato de ler”, nutrindo-nos de “Pedagogia da esperança”.  Nem a perseguição, nem a prisão, nem a censura, nem o exílio o cansaram, por que então estaria cansado, quando mais precisamos da vitalidade do senhor?
Meu amigo, Paulo. Preciso contar-lhe algo surpreendente, o surgimento de um movimento novo protagonizado por jovens cheios de vitalidade e alegria em defesa da educação pública. Veja o senhor. Apesar da dilapidação da educação e do descaso com a escola pública promovidas pelas aves de rapina do neoliberalismo, estes estudantes disseram: basta! Não só disseram como também tomaram o destino da escola pelas próprias mãos. Estes estudantes secundaristas de escolas públicas de São Paulo mobilizaram-se e ocuparam as escolas estaduais contra a intransigência política e o autoritarismo mais atroz dos mandatários de plantão da Secretaria de Estado da Educação do Governo de São Paulo. Estes mandatários queriam a todo custo promover uma desorganização do sistema misto do ensino fundamental e médio na mesma unidade escolar. Além de separar os estudantes, irmãos e irmãs, amigos e amigas, em anos diferentes, estes mandatários anunciaram o fechamento de escolas e iriam aumentar ainda mais a quantidade de estudantes por sala de aula, prejudicando ainda mais o processo de aprendizagem da turma de educandos, como também de educadores que ficariam, como já acontece, pressionados entre carteiras e lousas nas salas de aula superlotadas. 
Amigo, Paulo. O senhor, depois de andarilhar com os oprimidos pela America-Latina, Europa e África, foi Secretario de Educação da cidade de São Paulo, dialogando com todo mundo disposto a falar e também a ouvir. Ninguém mais do que o senhor sabe o valor da fala do oprimido que ao falar denuncia sua opressão e ao fazê-lo conscientiza-se “da tomada de decisão de intervenção no mundo”. O senhor que como Secretário Municipal de Educação acabou com as “delegacias de ensino”, porque delegacias são de polícia e não de ensino, e criou os Núcleos de Ação Educativa, unindo prática e reflexão pedagógica com e entre educadores e educandos. O senhor ficaria feliz se pudesse estar aqui para conferir a vitalidade, a disposição, a coragem e o sorriso que só a meninice consegue nos agraciar. Esses meninos e meninas que ainda estão se fazendo gente passaram noites em salas e pátios de escolas ocupadas, organizaram-se para a limpeza, para alimentarem-se, para promover a própria segurança, realizaram assembléias, discutiram os feitos do dia e planejaram o dia seguinte, e assim “contrariam as estatísticas”, tomando para si a possibilidade de decidirem sobre o próprio futuro. 
O senhor nunca deixou que esquecêssemos que não há possibilidade de educação apartada da cultura e que não há cultura apartada da educação. Sabemos que a truculência e a ideologia da ditadura militar nunca permitiram que a escola fosse um centro cultural de aprendizagem mútua e que anos mais tarde, a truculência política impediu que nossa amiga Marilena Chauí, então Secretária Municipal de Cultura, ao teu lado, fizesse das casas de cultura da Cidade de São Paulo, espaços educativos de modo que escolas e casas de cultura complementar-se-iam tal qual Cultura e Educação devem complementar-se, emaranhar-se, de modo que o sujeito da cultura e da educação seja os educandos. 
Em uma escola ocupada e gerida pelos estudantes, prestigiei uma apresentação de teatro cujo mote era a rebelião dos trabalhadores cansados da opressão dos patrões. Vi amigos dos estudantes promovendo oficinas de estêncil, comunicação alternativa, cartazes, capoeira, música, sarau de poesia e etc. Vi pais e mães ao lado dos filhos e filhas, juntos, e não era nenhuma reunião de pais e mestres, ou seja, não havia obrigatoriedade, e sim a participação compromissada tão desejada da comunidade na vida escolar. Vi professores e professoras dialogando em profunda comunhão, chamando os estudantes pelo primeiro nome e sendo chamados pelo primeiro nome, aprendendo juntos a conviver fraternamente como sempre desejamos. Vi pessoas doando livros, mantimentos, produtos de limpeza e etc., como demonstração de apoio aos estudantes. Vi pessoas dispostas a dialogar com os estudantes sobre consenso, organização, feminismo, negritude, direitos lgbt, direitos humanos, educação popular e etc. Vi pessoas disposta a ajudar de qualquer forma, a ouvir o que os estudantes tinham a dizer e simplesmente estar ali, solidarizando-se. E numa das escolas ocupadas, vi no pátio, bem ao fundo e no alto, o teu retrato mais bonito, como se estivesse olhando a e por todos nós, testemunhando o movimento da história e feliz por estar presente. Posso imaginar o senhor sentado ali, junto com os estudantes, muito a vontade entre a tua gente, trocando histórias com eles como se estivesse ao pé de uma mangueira. 
A cegueira e a surdez política dos mandatários burocratizados do Estado enchem os brutos de orgulho muito mais do que bom senso. É espantoso como um aparato tão poderoso da educação pode ser manipulado por mandatários inescrupulosos e belicosos que, sem nenhuma vergonha, declaram “guerra” ao bem mais preciso da educação que é os estudantes, sujeitos da educação, sem os quais a Secretaria de Estado da Educação não passa de uma ostra moribunda, ensimesmada, destinada a prisão ao próprio casco. O Estado declarou “guerra” aos estudantes por estes recolocarem na ordem do dia a educação pública. Na ausência de dialogo, o Estado respondeu declarando a mais bestial “guerra” suja!
Amigo, Paulo. Os estudantes tomaram as ruas da Cidade para buscar dialogo com cidadão e cidadãs ainda penetráveis pela sensibilidade necessária que nos irmana a todos. As polícias agiram como os mais ferozes, sedentos e bestializados cães raivosos a serviço dos poderosos. Contra a imposição da desorganização escolar, os estudantes respondem com a afirmação de que “não tem arrego”!
Como o senhor bem disse, “é preciso ir além da passividade com uma postura rebelde e criticamente transformadora do mundo”. Estes estudantes ainda pouco o conhecem, mas o senhor ficaria feliz em conhecê-los.
Estes estudantes escreveram aquilo que pode vir a ser os novos rumos da educação pública. Nem eles, nem a sala de aula, nem as escolas que foram ocupadas serão as mesmas. Como o senhor, eu também estou feliz por testemunhar a vitalidade da história, que não está determinada, mas que ainda está por se fazer. 
Mando notícias em breve!
Abraço do amigo de sempre,
Ruivo Lopes
P.S. 1: permita-me pelo profundo respeito e admiração o chame nesta carta carinhosamente de “senhor”.

Acompanhe a programação especial de aniversário do grande mestre aqui

Coletivo Perifatividade marcando presença no Ato Canto pela Democracia, dia 31 de março, na Praça da Sé

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O Coletivo Perifatividade, como é e sempre foi sua bandeira – a luta social e a defesa dos Direitos Humanos – esteve presente em peso no Ato “Canto pela Democracia”, ocorrido no histórico dia 31 de março, na Praça da Sé, organizado pela CUT, Frente Brasil Popular, Povo sem Medo e outras organizações.

Encontramos guerreiros e guerreiras de luta, que estão muito além da arte, como o mestre Sérgio Vaz, toda a rapa da Cooperifa, o pessoal do Fórum Municipal de Hip-Hop, entre outros. Como sempre, não ficamos em cima do muro nunca, e muito menos diante de um momento tão tenso que estamos vivendo…

Embora tenhamos companheiras e companheiros em visões e posicionamentos diferentes, este é o momento de lutar pelo que nos une, e não pelo que nos separa, como diria o grande Milton Santos.

Convidado pelo companheiro Jadir Bonacina, colamos no carro de som com muito orgulho de fazer parte daquele momento histórico, para a cidade e para o País. E juntão com todo o povo presente, nos apresentamos e cantamos Brava, aos gritos de #nãovaitergolpe, vai ter LUTA!

Máximo respeito e satisfação de participar deste grande Ato, que ainda contou com a linda fala de nosso padrinho e griot Dito!

Confiram as fotos por Doulgas Mansur (Celeiro de Memória)

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Perifatividade convida #periferiascontraogolpe no Fundão do Ipiranga, neste domingo!

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O Brasil está passando por um momento muito perigoso. Pedidos de Impeachment, grampos telefônicos ilegais e uma mídia fazendo sensacionalismo com os fatos, nos escancara que estamos diante de um golpe. Porém o ato de 18/03 mostra que as ações não devem ocorrer somente na Av. Paulista, mas as periferias também se mobilizam contra este golpe e a favor da democracia. Nós periferic@s, somos @s que mais sofrerão caso ele aconteça.
Nenhum retrocesso aos nossos direitos conquistados por muita luta!
Por isso, CONVIDAMOS E CONVOCAMOS GRUPOS, ARTISTAS E COLETIVOS DA REGIÃO, para realizar conosco o Ato Cultural‪#‎periferiascontraogolpe‬.
Domingo, 27/03 as 16hs na Quadra da Favela da Paz
Rua José Pereira Cruz – Pq Bristol
“Se não formos nós, quem? Se não for agora, quando? “

Confirme sua presença aqui

Pré estreia do documentário “Perifatividade nas Escolas : a poética dos Direitos humanos rola amanhã na Biblioteca Amadeu Amaral!

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Sábado, dia 19/03 vai rolar mais um Sarau #Perifatividade na Biblioteca Amadeu Amaral, pelo Programa Veia e Ventania nas Bibliotecas de São Paulo.
Com muito orgulho anunciamos o Pré-Lançamento do livro e documentário “Perifatividade nas Escolas: A poética dos Direitos Humanos”, um trabalho de educação popular em Direitos Humanos com EJA e Ensino Regular Noturno em três escolas: EMEF Gonzaguinha. EMEF Olavo Fontoura e E.E. Alcântara Machado, além de uma surpresa: Perifatividade nas Escolas Ocupadas!
Na música, quem participou do processo conosco também vai estar presente neste dia tão importante: DJ Luana Hansen!
Só chegar as 13:00 na Biblioteca Amadeu Amaral: Av. do Cursino, 1100 – Jardim da Saúde
“É o Sarau do Perifa em atividade, seja bem vind@ e fique muito à vontade”

Perifatividade no Recreio nas Férias: Acompanhe a agenda e participe!

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Se ligaí! | O @Coletivo Coletivo Perifatividade participará do Recreio nas Férias do dia 13 à 17 de julho realizando saraus e atividades culturais e educativas de matriz afro e afro-brasileira em escolas públicas da Secretaria Municipal de Educação de São Paulo. Confira endereços em:
https://perifatividade.com/agenda/

  • DE 13 à 17 DE JULHO SARAU PERIFATIVIDADE  no RECREIO NAS FÉRIAS
  • 13 Segunda às 15h. CEU Azul da Cor do Mar – Cidade AE. Carvalho
  • 14 Terça às 10h. EMEF. Hercília de Campos Costa. Parque Bristol. 
  • 14 Terça às 15h. CEU Pq. Bristol – Parque Bristol
  • 15 Quarta às 10h. EMEF. Prof. Luiz David Sobrinho. Jd. Panamericano
  • 15 Quarta às 15h. CECI Jaraguá. Aldeia Indígena. Jaraguá
  • 16 Quinta às 10h. CECI Tenondé Porã Aldeia Indígena. Parelheiros
  • 16 Quinta às 15h CCA Auri Verde. Chácara Santo Antônio
  • 17 Sexta às 10h CEU Perus. Perus
  • 17 Sexta às 15h CEU Anhanguera. Anhanguera

“É o Sarau do Perifa em atividade, seja bem vind@ e fique muito à vontade”

Coletivo Perifatividade – A POÉTICA DOS DIREITOS HUMANOS na EMEF. OLAVO FONTOURA

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Na continuidade desse projeto desafiador e revolucionário, agora foi a vez da escola que sempre nos recebeu de braços abertos, mesmo com uma resistência de alguns profissionais da educação e alunos do Ensino de Jovens e Adultos (EJA), pois falar de DIREITOS HUMANOS dentro dos muros das escolas é apertar o dedo na ferida da sociedade, depois de um mês inteiro de oficinas e conversas com os alunos, percebemos o quão é difícil pra nossa sociedade respeitar o outro, a diferença, a diversidade, a liberdade de escolha ou opção sexual das “minorias”. Focando na luta contra a homofobia, realizamos um debate esclarecedor, desafiador, ousado e diriamos REVOLUCIONÁRIO, com nossos especiais convidados: Movimento LGBTT da Comunidade Heliopolis, Gero Barbosa, Rodrigo Bastos e a militante cantora e ativista do feminismo Luana Hansen. Agradecimentos total aos convidados!
É O SARAU DO PERIFA EM ATIVIDADE,
SEJA BEM VINDO E FIQUE MUITO A VONTADE!
Fotos por: Paulo Rams, Joao Claudio e Carolina Mazzariello

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Coletivo Perifatividade – A POÉTICA DOS DIREITOS HUMANOS na EMEF. GONZAGUINHA

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Depois de um mês puxado pra nós do coletivo, a primeira escolas em que concluímos a primeira fase do projeto: A poetica dos Direitos Humanos nas Escolas. Sendo a EMEF. Gonazaguinha grande parceira nossa de anos de ações, convidamos o mestre da literatura negra e divergente, direto de Salvador-BA uma de nossas grandes refêrencias em militância, Nelson MAca Maca que nos presenteou com uma grande palestra poética lançando seu livro: Gramática da Ira! O sarau que contou com a musicalização de Anderson Capue Bruno Andrade Campos nossa Rinha de Galo e Pânico Brutal. Mas não para por aí tem muita coisa ainda pra acontecer!
É o Sarau do Perifa em Atividade, Seja bem vindo e fique muito a vontade!

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Hoje tem Sarau Perifatividade: A poética dos Direitos Humanos, na EMEF Gonzaguinha!

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Hoje estaremos realizando um debate – Sarau na nossa querida EMEF Gonzaguinha, em Heliopolis, pelo projeto “Perifatividade nas Escolas : a poética dos Direitos humanos” (PROAC Saraus Culturais)
Quem vem debater sobre racismo e redução da maioridade penal é o grande Nelson MAca além de lançar seu novo livro “Gramática da Ira”. Musicando esse encontro, nada mais família e luta que Pânico Brutal
É as 19hs na Estrada das Lágrimas, 1029
“É o Sarau do Perifa em atividade, seja bem vind@ e fique muito à vontade”